Escrita, Reflexão. É sobre o sonho de escrita de uma jovem, que ama escrever e refletir sobre situações cotidianas.
Arquivos do autor: Samira Alves
Escritora independente, ama escrever e vive a vida do melhor jeito possível, com Deus. Amo a natureza e gatos, escrever poesias e poemas? Comigo mesma ✨
Não é sobre muitas palavras ou coisas supérfluas. A escrita é algo reflexivo e com várias interpretações. É como um desabafo sobre si mesmo e o mundo ao redor, com passadas ao presente, passado e futuro. Não dá pra premeditar o que vamos escrever.
Com um tema? Fácil, mas me refiro à algo que seja completamente seu e que, transmita o seu interior, suas opiniões e convicções sobre a vida, amor e tristezas.
O que eu mais gosto na escrita? É sobre como eu posso dizer e não dizer com apenas um texto, uma frase ou apenas, poucas palavras de uma maneira singular e sem, nada articulado ou previsível. Você pode estar aqui e agora, ou à milhares de anos no passado ou anos luz no futuro.
Se perceber, nesse mesmo texto eu acabei falando e não falando ao mesmo tempo. Você pode dizer que é “encher linguiça” ou uma baita “reflexão filosófica”, a interpretação fica a seu critério.
É tão fácil de se expressar e é por isso que amo escrever. Existe pessoas que não gostam e respeito, porém a riqueza que a língua portuguesa nos gera, é de uma sublime significância para os praticantes da língua.
Todos os homens tem falhas. Comprovado pela ciência, isso nos faz perceber que mesmo aqueles que dizem ser “perfeitos” em sua arrogância, também tem defeitos como qualquer outro.
Ficamos envergonhados, quando apontados nossos erros, nossos defeitos. Engraçado que isso se tornou tão banal que sempre falam “errar é humano”, como se todas as vezes um erro não significasse nada.
Mas, se pararmos para pensar: Aprendemos com os nossos erros?
Em uma época, quando havia fariseus e saduceus, que guiavam o povo com mentiras e falsidades, escondendo seus pecados e julgando as pessoas de seu próprio povo, o Senhor Jesus chamou os principais sacerdotes de hipócritas. Pois praticavam a iniquidade, não se convertiam dos mesmos e julgavam aqueles que estavam realmente arrependidos e que buscavam a Deus.
E, nos dias de hoje, será que não fazemos o mesmo? Deus nos deixou a bíblia com principais ensinamentos dos quais devemos seguir e nos orientar, não julgar os erros dos outros, mas aprender para não fazer o mesmo.
Qual o princípio de julgar ou condenar uma pessoa, sendo que nós mesmos não fazemos tudo perfeito? Jesus foi perfeito, e a Ele pertence o julgamento e a justiça. Somos falhos e, se nós perguntarmos O Que Jesus Faria, em nosso lugar, tal comportamento humano seria completamente reprimido pela compaixão ao próximo.
É o natural do ser humano, sim. Mas se policiar e se atentar, ao que fala, como fala, e se estamos realmente compreendendo a pessoa, é algo que deveria ser um hábito.
Poucas pessoas pensam antes de falar, as palavras libertam e machucam, dependendo de quem fala e para quem é direcionada. Se já, um não em um tom mais alto de voz é, as vezes, interpretado de maneira errada, quem dirá algo ainda mais complexo e com significado?
A autoavaliação precisa ser constante, pois não adianta hoje você dizer que vai parar de criticar ou julgar as pessoas, se amanhã você não se atenta e faz novamente o que prometeu não realizar.
Dessa vez, não lhe digo sobre o que pensar. Você mesmo sabe o que deve mudar, para não ser uma pessoa com o “complexo de deus” e achar que é perfeito o suficiente para ficar apontando o dedo para as outras pessoas.
Não é o segundo dia de escrita, já que escolhi um tema aonde eu consigo escrever. Mas… Tirando isso, é um desafio que me auxilia sobre o que colocar no blog.
Perdão… É uma palavra com tanto significado. Mas poucas pessoas conseguem fazer ela se transformar de apenas uma palavra para uma atitude.
Difícil, é para quem tem uma mágoa ou ódio, perdoar quem lhe fez mal.
Se fosse simples, na Bíblia Pedro não perguntaria até quantas vezes se podia perdoar uma pessoa, para o Senhor Jesus, que lhe disse para o fazer 70×7. E não, não entenda por 490 vezes.
O que Ele quis deixar claro, é que perdoar é se libertar da amarra do rancor e da mágoa, e não deixar que isso te impeça de viver. Que seja, você mesmo sentindo a ofensa, tenha vontade de perdoar o seu ofensor.
Não é algo natural do ser humano. Mas quando nos tornamos aquela pessoa na bíblia que faz a boa, perfeita e agradável vontade do Pai, conseguimos. Pois estamos firmes com Ele, que irá nos ajudar a vencer esse obstáculo em nossa vida.
Hoje, virou modinha falar para alguém que errou em sua atitude ou teve um erro de conduta (caráter) “vou passar pano pra tal pessoa, por isso e etc…”
Várias vezes, vi post’s sobre determinada situação, aonde as pessoas “perdoavam” a falha de alguma pessoa, justificando.
Não estou aqui para fazer julgamento ou dizer que não é pra perdoar, pois foi ordem do próprio Senhor Jesus, perdoar quem nos ofendeu ou fez algo que desagradou alguém.
O que quero salientar, é que muitas vezes, as pessoas ao invés de admitir seus erros, os justificam e outras que deveriam as alertar (não quero dizer, julgar, pois só Deus pode o fazer, que fique bem claro) sobre seu caráter ou conduta, dão essa “passada de pano”.
Vamos ver o exemplo bíblico do Juiz Eli.
Ele era sacerdote e juiz do povo de Israel, antes de se haver um rei. Descendente de Arão, o qual foi dada responsabilidade pelo próprio Deus para cuidar do povo espiritualmente e os aproximar do Senhor. Já Eli, também aconselhava nas decisões em que o povo deveria tomar, já que era juíz naquela época.
Agora pensemos:
Qual foi o pecado que Eli cometeu? (Livro 1 Samuel)
Tecnicamente, nenhum. Ele fazia o que era correto.
Mas, quando seus filhos (Hofni e Fineias) tomavam para si, parte das ofertas apresentadas no tabernáculo, e se deitavam com as mulheres do povo, ele se fez de surdo. Isso sim, foi algo que se tornou um pecado, uma blasfêmia ao nome do Senhor.
Quando os próprios israelitas falavam sobre o comportamento de seus filhos, ele não acreditava e não os repreendia.
E quantas vezes, não fazemos igual a ele? Quantas vezes, somos negligentes com as ações do próximo, justificando “a, mas também não é pra tanto né?”
Estive conversando com uma pessoa, que sempre me ajuda muito sobre onde posso melhorar ou no que tenho que trabalhar. Surgiu uma situação, da qual eu não sabia se fiz o certo ou errado, e comentei que queria conversar com ela. No caso, ela se prontificou a me ajudar e, mesmo que eu tenha marcado pra outro dia, ela já me ligou pronta a estender a mão.
Resumindo, ela não me julgou ou criticou, apenas pontuou algo que, eu deveria estar atenta e não me deixar levar apenas por o motivo daquilo, porque a situação era algo que não estava no meu alcance fazer.
O que quero que você entenda, é que muitas pessoas não tem essa noção do quanto podem alcançar alguém apenas com poucas palavras ou as empurrar para uma complicação maior do que já está, apenas por “passar o pano” e se fingir de cego e surdo para as questões alheias.
O Juíz Eli, pagou um preço alto por sua negligência, não apenas pela morte daqueles que pecaram contra a Deus, mas porque ao invés de repreende-los, ele não se atentou ao fato de que era seu dever guiar o povo ao caminho certo.
Sua atitude de negligência e cegueira, fez com que o povo se desviasse dos caminhos de Deus e todo o desastre que aconteceu em Israel ocorrer, por sua falha e a falha de conduta e santidade dos seus filhos.
A pergunta que fica é:
– Como você tem agido com o próximo? Tem achado que não tem importância o que este ou aquele faz, mesmo sendo errado e você possa ajudar?
Em um dia, quantas vezes você diz esse pequeno questionamento: Por quê?
Esses dias, me peguei reparando como uma criança é geralmente, muito curiosa e sempre que pode, nos pergunta algo a cada minuto. Seja o motivo de estarmos cozinhando, cortando algo ou mesmo, arrumando seus próprios brinquedos.
A natureza do ser humano é essa. Ser curioso.
Essa genealogia, historicamente, vem lá do começo de tudo, aonde uma simples curiosidade fez com que Eva, cometesse o pior dos erros e que traria consequências irreparáveis a sua descendência.
I – A curiosidade não é ruim, nem boa;
II – As consequências desta, são efeitos da decisão que tomamos ao dar ouvidos à ela.
Como listei, a curiosidade não é nem ruim, mas também não é boa. Você deve estar se perguntando “Como não é ruim?” Ou “Como não é boa?”, no caso eu vou dar um exemplo.
Imagine que uma pessoa ganha uma caixinha, na qual ela é instruída a não abrir. Mas essa caixa é toda adornada e muito chamativa, e a pessoa deixa em cima da mesa, um lugar visível aos seus olhos e a cada minuto que passa, fica mais difícil dela manter sua curiosidade longe. E antes que ache isso, fácil de se controlar, se pergunte se você também não tinha algo para a manter guardado que não podia mexer e ficou tão tentado que acabou mexendo, ou algo que não queriam te contar e que você insistiu tanto, e lhe contaram.
Voltando a pessoa e a caixinha, se tiver algo bom dentro, a pessoa vai gostar, mas vai ficar com o arrependimento de ter mexido antes do tempo. E se for algo ruim, a pessoa além do arrependimento de ter aberto, vai ficar triste ou chateada por aquilo que ganhou.
Muitas vezes não sabemos o que esperar de certas coisas, mas a nossa natureza humana (vulgo curiosidade) quer muito aquilo e se não decidirmos fecharmos os olhos, vamos acabar fazendo algo que pode ser bom ou não, e trazer consequências desagradáveis.
Foi isso que Eva fez, ao ceder ao pedido da cobra para que comesse do fruto daquela árvore no Jardim do Éden. E hoje fazemos a cada momento, em que se toma decisões em que vão determinar a nossa vida, se agirmos com a curiosidade que vem da nossa natureza humana, que é levada pela sede de querer algo, acabaremos por ter erros que vamos nos arrepender em nosso futuro.
Mas se agirmos, com a sabedoria que vem de Deus, a curiosidade antes que nos levaria a errar, se torna sabedoria para dizer não as nossas vontades e também discernimento para aprender a ser curioso ao olhar para as escolhas das pessoas, já que sim, com os erros dos outros, aprendemos a não tomarmos as mesmas decisões.
Com isso, deixo esses questionamentos para uma pequena reflexão:
– Você tem sido curioso, usando a sua própria natureza, ou com a sabedoria divina?
– Se tem deixado levar, pelas palavras aparentemente atraentes, mas que conduzem ao caminho errado? (Foi isso que Eva fez)
– Sua curiosidade em saber de algo, ou fazer algo, já te trouxe consequências ruins ou boas? E se, você teve experiências ruins, conseguiu aprender com elas?
É um tanto peculiar, ver na televisão algumas coisas tão “abrasivas” e passivas em discussão, que me presto a ficar abismada.
Problemas na educação, segurança, saúde e mais inúmeras situações, que fosse citar, daria este post inteiro, e o homem (me refiro a persona, e não à gênero) ao invés de se preocupar com isto, foca em pequenas coisas que se tornam as prioridades.
Preocupações desnecessárias, sabe?
A pergunta que fica, e que te faço é: Qual a importância de tudo isso?
Perdem tempo em brigas fúteis; na frente da tela celular ao invés de estar com a família; em “ganhar” dinheiro (não vou entrar no mérito de proletariado e etc), e não enxergar o próximo na mesma rua por não ter tanto dinheiro; em dancinhas em redes sociais que só aumentam seu status e seu ego cada dia mais.
É com isso que a sociedade vive preocupada.
Será que não se dão conta de algo mais importante? A vida passou a ser essa coisa tão pífia e sem sentido, capaz de fazer com que o ser humano não tenha quase nenhuma diferença com um robô?
E não falo somente da vida, mas também da alma.
Já que tudo o que você sente, é a sua Alma que sente.
Pense bem: Tudo o que você plantar, colherá.
Se neste mundo, ou no lado espiritual.
Como espera compaixão, se não concede o perdão?
Como espera auxílio, se não estende a mão ao necessitado?
Se fossemos robôs, não teríamos um cérebro para pensarmos por nós mesmos. Aliás, até um robô quando é afetado por um “vírus”, quando detectado o intruso, logo é removido.
E o ser humano? Quem pode remover o vírus da maldade do coração do homem, se não Deus?
A reflexão que quero deixar é:
• Você tem sido mais um, manipulado pela multidão ao seu redor?
• Tem deixado esse vírus se instalar aos poucos?
• Ou tem vivido a vida em preto e branco, esquecendo que tem o arco-íris, para aproveitar?
E quando falo em arco-íris, me refiro ao seu verdadeiro significado:
“O meu arco tenho posto na nuvem; este será por sinal da aliança entre mim e a terra.” – Gênesis 9.13
Várias opiniões no mundo, muitas vozes dizendo palavras contraditórias ao mesmo momento. Você mesmo não consegue se achar diante disso e/ou tomar um posicionamento por conta própria.
É isso o que vemos no dias de hoje.
Muita desinformação tem levado pessoas no mundo de hoje, a serem levadas pela opinião alheia.
É engraçado (pra não dizer trágico) o quanto de influencers que tem no mundo, e a quantidade só aumenta nos últimos meses ou anos. Esses ditam o que, determinado grupo de pessoas vai comprar, vestir, comer e etc… Na maioria, nem sabem o que estão fazendo e se deixam levar pelo majoritarismo de outras.
Ah, não se pode esquecer do “politicamente correto” que adentrou as telas dos celulares e agora, ao invés de somente serem críticas feitas pessoalmente, são também feitas por vias digitais. Não se pode ter uma opinião contrária, um pensamento que não concorde com a “maioria”, e que defenda seus valores e sua crença.
Agora pensemos: “Chegamos em um nível que o mundo se tornou uma ditadura monopolista virtual?”
Muitos falam o que querem, abusam da liberdade de expressão para criticar costumes, culturas e crenças das pessoas. A era do egocentrismo parece ter voltado com força nessa última década, pois nunca se viu geração que pensa apenas no seu “próprio umbigo” como essa.
Fazem uso de uma boa ferramenta para disseminarem o ódio, inveja, intrigas e raiva. Não tem argumentos, são apenas marionetes que só querem atenção do público, não se importando com ninguém e com nada, além de si próprios.
– A que ponto o ser humano ainda pode chegar?
– Será que custa tanto pensar no que saí da boca para fora?
– Raciocínio não é necessário ao usar um aparelho telefônico, quando se pensa em frases que podem machucar o outro?
Deixo uma reflexão, para que tenham um momento aonde seja possível pensar quais são as verdadeiras prioridades e porque estão tão invertidas deste modo.
Quem vive antenado nas notícias, sabe que inúmeras tragédias vem acontecendo ao redor do mundo. Inundações, massacres, terremotos e, guerras e rumores de guerras…
Tudo isso, já previsto em um único livro, aonde revela as maiores verdades ao ser humano.
Quero que você, que lê este post, reflita:
Será que devemos ainda ter esperança de um futuro melhor?
Todos os dias, só vemos mortes nos noticiários. Pais que mataram os filhos, filhos que mataram os pais, maridos ou esposas que assassinaram o cônjuge. Coisas que foram vistas sim, nos séculos anteriores, mas nunca com tanta intensidade e rapidez quanto nos dias atuais.
“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará.” – Mateus 24.12
O significado de iniquidade é algo mau, injusto ou perverso. Se aplicado à pessoa, é alguém iníquo que realiza maldades para com as demais pessoas.
E não é o que tem acontecido em nosso cotidiano?
Como que mencionei em outro post, o orgulho, egoísmo, presunção e o ódio, tem se sobressaido acima do amor para com o próximo, compaixão ou até mesmo a misericórdia, uns para com os outros.
E para ser totalmente sincera, a situação do país e do mundo todo, a cada dia, a tendência é piorar cada vez mais.
Ter esperança de um mundo melhor, parece ser algo pífio ou já sem importância.
Mas, se eu te contar que podemos ter sim esperança. Ao contrário do que muitos pensam, é possível crer que algo irá mudar.
Só que não é do jeito que muitos pensam. A paz mundial e etc… Que irá fazer com que a humanidade venha viver “na paz e no amor”.
Cada pessoa do mundo, tem uma coisa poderosa dentro de si. Que usada corretamente pode mudar o mundo ao seu redor, pois aonde você passar o que antes era raiva, ódio e mágoa, se torna verdadeira felicidade, amor ao próximo e paz interior.
É a fé.
Só que não a fé de um mundo melhor. Porque isso, não depende apenas da minha fé ou a sua, no caso.
Mas para fazer mudar o seu lar, a sua situação financeira, seu relacionamento ou seu estado interior de depressão ou ansiedade, é a sua fé que pode mudar isso.
E como?
Você deve ter a esperança naquilo que realmente importa. Agarrar a vida, em Quem realmente pode te ajudar e, não em governos que são manipulados (atuados) por pessoas que buscam a mesma coisa que você busca.
A esperança de quê você não está sozinho, e que mesmo que todos possam te abandonar, a Alguém além de todos que sempre vai olhar por você e te ajudar.
A esperança de quê, mesmo que tudo ao seu redor pareça desmoronar e vê sem saída, tem Alguém que é o Caminho, a Verdade e a Vida.
A pergunta que deixarei aqui é:
– Em quê você tem tido esperança? Em algo ou alguém, que pode mudar de vontade ou de lugar qualquer momento? Que pode te fazer feliz por um período ou simplesmente, só vai suprir a sua necessidade por alguns minutos, segundos ou horas?
– Sua esperança está ligada a sua fé? Ou é só algo da boca para fora?
Independentemente da sua resposta, quero lhe dizer. A esperança que você tem, é o que te liga em acreditar que algo vai mudar para melhor ou está fadado a ser pior do que já é.
Eu havia deixado de postar por falta de tempo, muitas coisas eu não tinha tempo e pelo visto, a acomodação chegou pra mim.
É uma coisa da vida, que a gente se acostuma, mas que na verdade não deveria. Fazer o que? Somos humanos e cheios de defeitos, que praticamente devem ser corrigidos a cada dia.
Não irei me prolongar por agora, e vou resumir o porquê.
Já tenho um post, não pronto, mas pré-escrito e fala sobre tudo.
Não sou uma copywriter, gosto de escrever e influenciar as pessoas a isso. Mas, ser escritora…
É o sonho que persigo. Porém não irei mudar o nome do blog, sem criatividade pra isso.
Enfim, sem mais delongas, quero dizer que muita coisa vai mudar. E irei fazer uma pasta cheia dos meus poemas e os mais diversos que já escrevi.